31 de maio de 2013

Estreias da Semana (31/05 a 06/06)


Tá na hora, tá na hora! Ta na hora de ver as estreias da semana! (E xega com o xou da xuxa, né?)


Se Beber, Não Case! Parte III

Comédia - EUA
Direção: Todd Phillips

Diz que agora não tem bebedeira e nem casamento, mas o grupo de amigos volta para Las Vegas. Então tá né! Dessa vez eles voltam a cidade para ajudar o Sr. Chow (o mini asiático fofinho) contra um mafioso inimigo.

Como todo filme comercial, esta disponível em Ponta Grossa, e claro, somente dublado.










Faroeste Caboclo


Drama – Brasil
Direção: René Sampaio

Não tinha medo o tal João de Santo Cristo era o que todos diziam quando ele se perdeu” e lá se vai 10 minutos de música e pouco folego! No embalo do “Somos Jovens”, que conta a história do Renato Russo e como a banda Legião Urbana nasceu, “Faroeste Caboclo conta a história de um dos personagens mais conhecidos e travados na música brasileira. Esse eu vou hein, alguém se dispõe a me acompanhar?


PELA GLÓRIA DIVINA DE NOSSA SENHORA ESPERANÇA A ÚLTIMA QUE MORRE o cinema nacional esta ganhando espaço nas salas de cinema nacional. O filme esta passando nos dois cinemas da cidade em diversos horários.




3 Mundos

Drama – França

Al é um jovem humilde que esta noivo da filha de seu chefe, para que após o casamento, ele um dia, assuma a empresa. Mas numa noite de bebedeira com os amigos, ele acaba atropelando alguém.

Não tem previsão para chegar em Ponta Roça, opa, Ponta Grossa, por que né.










A Fuga do Planeta Terra


Animação – EUA/Canadá

O astronauta alien do Planeta Baab recebe um pedido de socorro do perigoso Planeta Terra. Seria um tipo de sequencia do “Planeta 51”?


Não tem previsão para chegar em PG City.









Camille outra Vez
Comédia/Drama – França

É tipo uma ‘De repente 30’, só que ao contrário, é 16 no lugar de 13 anos, é dramático e francês, entenderam? Ok. Camille aos 16 anos se apaixona por um cara e logo eles tem uma filha juntos, 16 anos depois, ele troca ela por uma mulher mais jovem, e Camille tem a oportunidade de voltar a ter 16 anos e mudar a própria vida.

Sem previsão de exibição em Ponta Grossa, a vida não esta fácil gente.




29 de maio de 2013

Série | Segunda Temporada de Girls

Após dois Globos de Ouro - Melhor Série Cômica e Melhor Atriz de Série Cômica - Lena Dunham, roteirista, produtora e atriz da série Girls, tinha o desafio de manter o sucesso e o lucro que o tv show adquiriu em 2012. Apesar de montar um cenário simples com quatro garotas na faixa dos 20 anos, preocupadas com futuro, perdidas em Nova York e prontas para aproveitar a juventude, Girls conseguiu atingir um público que "Sex and the City" não alcançou: as jovens nascidas nos anos 90.



O primeiro episódio da segunda temporada - It's About Time - começou bem, atingindo uma audiência de 4,1 milhões de espectadores. Já no primeiro episódio, depois de passar por problemas afetivos com Adam (Adam Driver), a protagonista Hannah (Dunham) decide focar mais em sua carreira e na procura de outro par romântico em sua vida fantasiada. Um pouco diferente de Hannah, Jessa (Jemima Kirke) aparece totalmente realizada com o seu casamento inesperado e, como sempre, não ligando muito para a vida profissional. Ao contrário das personagens anteriores, Marnie (Allison Williams) parecia ter uma vida completa, tanto no lado pessoal quanto o profissional. Contudo, na segunda temporada ambos se entrelaçam e ela consegue protagonizar um dos melhores dramas durante os episodios da trama. Finalmente temos Shoshanna (Zosia Mamet), que na primeira temporada exibia seus cartazes do “Sex And The City” – sendo que nunca havia feito sexo – agora aparece mais madura e tentando suportar as dores e as alegrias de um primeiro relacionamento.


Diferente da primeira temporada em que Dunham teve mais tempo para escrever cada cena, a segunda temporada teve um prazo a ser seguido, por isso talvez que, às vezes, alguns episódios parecem desconexos ou exagerados. No entanto, nessa nova fase mostra-se uma série mais madura, tentando explorar outros lados de seus personagens, como o egoísmo e a futilidade de Hannah.


Confirmada pela HBO, Girls terá uma terceira temporada. O que se espera de Dunham é que ela continue a escrever sobre jovens mulheres para jovens mulheres. Se você está na faixa dos 20 aos 30 anos e não sabe o que fazer da sua vida, então assista Girls e compartilhe suas frustrações com pessoas tão perdidas quanto você.

27 de maio de 2013

Crítica | O Homem de Ferro 3

           Oi genteeeeeeeeeee! Eu sou a Karina a mais nova bilheteira. Entrei no blog com os lindoooooooooooos que eu amo, por também adorar cinema. Mas tenho que ressaltar algumas coisas. Primeiro: amoooooooo comédia romântica, talvez por ser tão ‘manteiga derretida apaixonada’, mas minhas verdadeiras paixões são os dramas. E segundo: vocês nunca vão me ver comentar de filmes de terror (não assisto sozinha, e como moro sozinha....) e nem filmes em que o Michael Jackson aparece (sim, tenho muito medo dele. MEDO mesmo). O que mais reparo nos filmes são as trilhas sonoras, embora não entenda muito de música, para mim sem elas, nada. E tenho um filme favorito: O Fabuloso destino de Amelie Poulin (talvez por causa da trilha mais linda da minha vida). E aí vai minha primeira crítica como bilheteira:

            
           Mais uma vez o Homem de Ferro , lançado em 25 de Abril deste ano,  dá um show. A começar pelos efeitos especiais, que sempre são impecáveis (com destaque à cena do ataque a mansão do protagonista), em seus filmes. Passando pelos personagens, que realizam uma impecável interpretação, em especial Robert Downey Junior (Tony Stark) e Gwyneth Paltrow (Pepper Potts). E terminando no roteiro, que cativa o espectador – independente da sua idade - do início ao fim da obra.
            Contudo, apesar de apresentar efeitos especiais embriagantes, a condição do filme apresentado em 3 dimensões deixa a desejar. São poucas as cenas que o público de fato percebe o efeito.
            O terceiro filme da saga do Homem de Ferro, traz o protagonista Tony Stark mais distanciado da armadura de ferro, ou seja, mais humanizado. Isso se comprova nas diversas cenas que eles estava desprovido do traje e conseguiu vencer seus inimigos através de sua perspicácia.
            O roteiro baseia-se em um tema que dialoga com assuntos atuais. O inimigo bem definido –característica advinda dos quadrinhos - do Homem de Ferro é Mandarin, um ‘líder’ que se propõe a exterminar quem se colocar em seu caminho e destruirá diversos prédios norte-americanos enquanto isso (remete aos atentados terroristas que os Estados Unidos já sofreram). E neste cenário o grande herói da pátria continua sendo Tony.
            O personagem principal não perdeu suas características de ‘se achão’ e seu sarcasmo. Porém houve uma exaltação de sua agilidade, de sua capacidade tática e de seu lado mais humano, que foram responsáveis por garantir uma boa receita de filmes de ação comerciais, que aliados a comédia alcançam enormes bilheterias.
            O final acaba por deixar o espectador um pouco confuso. O clima de fim da história do nosso heroi se confunde com a espera do filme "Os Vingadores 2" que vem por aí.

Karina Chichanoski

24 de maio de 2013

Estreias da Semana (24/05 a 30/05)

E aí, pessoal! Sentiram saudades? Não por isso, já estamos de volta e dessa vez com as estreias quentinhas dessa sexta feira. Tá na hora de levantar do sofá e correr para a sala de cinema mais próxima. Bora lá!


Artigas, La Redota
Drama – Uruguai
Diretor: César Charlone

Estamos em 1884, o ditador uruguaio obriga o famoso pintor Juan Manoel Blanes a fazer o retrato do libertador José Artigas, líder de um exército popular no interior do país. Para o retrato, Blanes utiliza um esboço de 1811 feito pelo espanhol Guzman Larra. 70 anos antes, Larra havia sido contratado para executar Artigas e acabou testemunhando os anseios dos seus oito mil companheiros. Por ironia, o destino desses três homens se cruzam e muda completamente suas vidas e a do povo uruguaio.

Disponível nos cinemas de PG? NÃO! Mas se você quiser ir dar um role na Capital...




Velozes e Furiosos 6
Ação – EUA
Diretor: Justin Lin

E lá vamos nós pra está... sextologia? Sei não, vai que o pessoal decide gravar mais. Enfim... Após os R$ 100 milhões que Dom (Vin Diesel) e Brian (Paul Walker) conseguiram do golpe realizado no Rio de Janeiro, os galãs se espalharam pelo mundo, mas a incapacidade de voltar ao lar, constituir uma família (e ter sossego!) não os aquietou. Enquanto isso, Hobbs (Dwayne Johnson) persegue uma equipe de mercenários sobre rodas divididos por 12 países desse mundinho, como se não bastasse, o mentor dos rapazes, Luke Ewans, tem a ajuda destemida de ninguém menos que a ex namorada de Dom (que era para estar morta. Danadinha). O único meio de impedir os criminosos é derrotando-os nas ruas, para isso Hobbs perde a Dom para reunir um grupo de elite em Londres. A recompensa? Voltar para casa e tornar suas famílias completas novamente.

Disponível nos cinemas de PG? SIM! Shopping Palladium (dublado)  e Shopping Total (dublado e legendado)



Sem Proteção
Ação – EUA
Diretor: Robert Redford

Jim Grant (Robert Redford) é revelado como ativista fugitivo procurado pela polícia por assassinato, porém... seu outro lado mostra que é apenas advogado e pai solteiro. Quando Jim é descoberto pelo jovem jornalista repórter Bem Shepard, ele precisa partir imediatamente. A partir daí, Grant começa uma jornada para limpar seu nome, mas vai precisar escapar da caçada policial que está no seu encalço.

Disponível nos cinemas de PG? NÃO! Mas ouvi dizer que Jardim Botânico é lindo nessa época do ano...

20 de maio de 2013

Crítica | Silent Hill: Revelation 3D

Aô gente bonita, simpática e elegante! Sou eu quem não posta há mais tempo aqui. Saudades de mim, pfvr. Whatever, como não temos um post sobre isso já tem muito tempo (até porque só eu falo disso aqui), vamos falar de coisa boa? Filme de terror! ÊÊÊÊÊÊ! Sou TÃO tecnológico que vou comentar sobre um filme que nem chegou no Brasil ainda. Pois é, Silent Hill: Revelation 3D estreou em 25 de outubro de 2012 no universo, e só chega dia 31 de maio no Brasil. #chorando MAS não é esse o caso. 

Como já comentei sobre Resident Evil, o grande problema em fazer um filme baseado em um jogo é  que você pode usar os elementos (personagens, monstros, cenários) deste, no entanto, precisa de um roteiro  concreto que, em geral, foge do jogo em si (e deixa os fãs do game enfurecidos sobre quão ruim o filme é). O primeiro filme já começou arrasando no "erro". No jogo, quem vai atrás da Cheryl dentro de Silent Hill é o pai, enquanto no filme, colocaram a mãe. Mas não estou aqui para apontar as diferenças entre o jogo e o filme, o blog é de cinema, beijos. 

Então, depois de voltar de Silent Hill sem a mãe, Heather (que na realidade é a Sharon, mas mudou de identidade para fugir "da escuridão" de Silent Hill) se esconde com o pai para começar uma vida nova, em uma escola nova e blá blá blá. Até que o pai dela some, e ela é obrigada a encarar seus medos novamente e voltar para Silent Hill para poder salvar o pai. 

Não consegui jogar muito por medo das criaturas e, nesse âmbito, o filme não deixou a desejar. As Puppet Nurses, o Pyramid Head, o Armless man, a (o, não dá pra definir o sexo) Mannequin e a mulher-que-eu-não-sei-o-nome-mas-vocês-vão-saber-quando-assistirem foram realmente bem produzidos e renderam boas cenas de sustos e tensão. O mesmo pode-se dizer dos cenários. Foram até mais fiéis que no primeiro filme. SPOILER (selecione com o mouse para ver, hahahaha): o Pyramid Head protege a Heather gente! Eu queria ter um guarda-costas com um machado gigante. Bullying nunca mais!

Os destaques para a forma angustiante do contraste silent hill - mundo real mostram mais do jogo. Agora Silent Hill não é mais apenas a outra "dimensão" da cidade. Ela é a escuridão em si, em todos os lugares, perseguindo a coitada da Heather. "Silent Hill é o medo de cada um", e isso é visto no parque de diversões, meu cenário preferido no filme. Os coelhos cor-de-rosa embrulhados com sangue são medonhos, de verdade. Na real é tudo aquela receita básica: a luz mostra quando ela está ou não em Silent Hill. Você simplesmente percebe. 

Salvar o pai se torna apenas uma peça da grande trama que se torna entrar em Silent Hill, mas o comentário sobre não vem a calhar. Apenas vale dizer que o roteiro foi muito bem trabalhado, mesmo que tenha misturado a história do primeiro e do terceiro jogos. Mais ou menos isso. O diretor, Michael Bassett, poderia ter trabalhado melhor nisso no primeiro filme, assim não sobrariam pontas soltas a serem retomadas/ não esclarecidas. 

Ah, sim, sim! Elenco: dane-se o universo, tem a Carrie-Anne Moss e o Sean Bean. Só consigo ver a Trinity e o Boromir. Ok, parei. Tem o Malcom McDowell também. gente, o McDowell tá em tudo. Enfim, o elenco arrasou também. Filme recomendadíssimo pro cinema!